arrow_back Voltar à Lustra

Como recuperamos a capacidade de agir na democracia através do Parlamento Espelho: um guia para o cidadão

Protocolo do Parlamento Espelho

Visão geral: O sistema democrático atual é um "telefone estragado". Corrigimos o sinal, ligando os cidadãos diretamente ao processo legislativo através do Parlamento Espelho (Lustra).

Porque é que isto importa: Atualmente, votamos apenas de poucos em poucos anos. Entre eleições, não temos qualquer controlo. A Lustra dá-nos "um lugar à mesa" todos os dias.

1. PROBLEMA: o ciclo avariado

A informação flui numa só direção e acaba distorcida.

Os cidadãos elegem os políticos ↓ Os políticos formam o Governo ↓ Os media interpretam seletivamente as ações do governo ↓ Os cidadãos recebem informação de retorno (distorcida)
Resultado: Não sabemos o que realmente se passa, devido ao jargão jurídico e ao ruído mediático.

2. SOLUÇÃO: corrigir o fluxo de informação

A Lustra elimina os intermediários. Simula um verdadeiro espaço de poder, onde a tua voz fica registada em propostas de lei concretas, e não apenas em sondagens genéricas.

visibility MEDIA (observador opcional)
1
Os cidadãos veem a proposta de lei e avaliam-na
2
Os políticos veem o resultado da vontade dos cidadãos
3
Os políticos votam (monitorizados face aos dados)
4
Os cidadãos verificam: O político seguiu os dados?
5
Os cidadãos elegem os políticos com base na sua "Pontuação de Conformidade"
6
Forma-se um novo Governo.
refresh O CICLO REPETE-SE

3. COMO FUNCIONA

translate Passo A: Eliminar a barreira linguística (tradução)

A maior parte das leis é maçadora e ilegível. A Lustra corrige a Lacuna de Acessibilidade.

Benefício: 20 segundos para compreender os factos. Zero jargão.

Processo de Transformação

share Passo B: Distribuição do conhecimento (ficha informativa)

A Lustra não precisa de milhões de utilizadores para funcionar. Basta que tu estejas lá.

Exemplo:

Exemplo de Ficha Informativa

how_to_vote Passo C: Recuperar a capacidade de agir (pressão)

Os políticos e as empresas ignoram as "tempestades na internet" porque são caóticas, fáceis de censurar e rapidamente se apagam.

Se 50 000 pessoas votarem contra uma proposta de lei, cria-se uma prova concreta da falta de apoio social. Isso não pode ser "encoberto" pela narrativa televisiva.

4. OFENSIVA CÍVICA: somos nós a escrever as leis

O Governo ignora o problema? Não esperamos.

5. RESULTADO FINAL: saneamento político

Acabou o esconder.​ O debate regressa ao lugar onde estão as pessoas: às redes sociais, mas segundo novas regras. É o cumprimento da promessa original da internet, que o sistema tanto temia: controlo descentralizado sobre o poder.

O Parlamento Espelho acende a luz num quarto às escuras — impõe TRANSPARÊNCIA. O político já não pode mentir afirmando que "é isso que as pessoas querem", quando os dados mostram o contrário. As novas leis servem a sociedade no seu conjunto, e não o capital.

Não pedimos aos políticos que mudem. Criamos um sistema no qual mentir sobre o apoio popular se torna impossível. Esta é a democracia baseada em dados.

Isto é a introdução à democracia direta, baseada numa voz consciente e informada, e não nas emoções.